AMARAL 

 

 


Antônio Amaral,  1962, piauiense, é artista plástico e quadrinista. Artista inquieto,destruidor de paradigmas, com exposições pelo Brasil e exterior, é dono de um desenho caligráfico que foge a qualquer conceito embutido na velha e questionada lógica clássica.
Seu texto  nonsense fica à margem de todas as categorias, como diz o doutor em comunicação, Flávio Calazans, e seu traço veloz  remetem a níveis de abstração que exercitam o hemisfério direito do cérebro do leitor, instaurando sua estética da abstração para a linguagem dos quadrinhos, historicamente figurativa e concreta".
Toda sua criação  remete ao Hipocampo, universo paralelo que lhe foi revelado como "uma membrana citoplástica invisível a olho- nú".  Hipocampo também é o nome dos seus 3  álbuns: Hipocampo 1ª Ocorrência (93), Hipocampo 2ª Ocorrência ( álbum premiado em  2000 como melhor revista independente pelo Troféu HQ-Mix), e a 3ª Ocorrência, editada em 2003.
Indomável e indiferente aos modismo que acometem o mercado de arte, assim como em suas telas e murais e esculturas que ocupam logradouros de  Teresina, onde reside, Amaral tem despertado para a elevação dos quadrinhos à categoria de arte.